A tal da insegurança, que bate na porta.
Sempre que seu sorriso se desfaz
e quando você evita meu toque no seu rosto,
tira minha mão da sua.
O tal do medo, que emerge.
Sempre que não me atende
que desliga o telefone,
não me procura e se faz forte.
Bato ai na sua porta esperando um abraço.
Recebo um aperto de mão.
Sem beijo quente nem carinho na pele.
Então me calo e me fecho.
Espero sua ligação
pelo mero devaneio de ouvir tua voz.
És minha doença e minha cura.
És minha pequena, meu sol.